Eu não poderia deixar de escrever sobre as emoções deste 2 de outubro de 2009!!! Já é quase outro dia e todas as vezes que vejo as imagens do momento da vitória fico emocionada! São lágrimas e lágrimas! E o Lula, hein? Vamos combinar, o cara tem um pé quente que ninguém mais tem. Conseguiu uma copa do mundo e uma olimpiada, a primeira de todo um continente. Me emocionei com o choro dele. Aquilo foi quase uma catarse e foi sincero.
Agora já penso em inscrever filhotes para trabalharem nessa ocasião. Eles não entenderam muito. Filho rei disse que quer ver na televisão e ir ao estádio, mas não quer competir. Já filho anjo acha que pode correr, mas não vai ter idade. Os dois não entenderam quando as professoras começaram a gritar Brasil, Brasil no meio da sala, adoraram a festa!
Conheço muitas pessoas que não apoiam a realização de uma olimpíada no Brasil, seja qual for a cidade, por conta dos custos astronômicos de um evento desses. A olimpíada vai custar 28 bilhoes. Isso dava pra resolver muito problema social que temos por aqui. Se tudo fosse investido em educação, acho que dava pra ter pós graduação em Harvard no currículo como condição sine quae non. Se fosse investido em saúde, teríamos hospitais super modernos em lugares que hoje não temos nem posto avançado de atendimento. E, se finalmente esse dinheiro todo fosse investido em alimentação, dificilmente teríamos famílias comendo palmas no sertão. Fora que algumas cidades como Montreal, Barcelona foram quase a falência após a realização de uma olimpíada. Levaram anos para colocar as finanças em dia. Li que muitas tiveram "recessão" após a realização do evento por que diminuiu muito o interesse pela cidade.
No inicio eu senti uma culpa grande de pensar que queria muito que o Rio fosse sede dessa olimpíada, e que o Brasil fosse sede de uma Copa do Mundo. Por que não investir no país, por que não evitar o sofrimento das pessoas. Mas depois pensei: por que não fazer os dois? Quanto um evento como esse pode ajudar a cidade a eliminar alguns outros problemas? Resolver questões como transporte, segurança. Quanto vai ser gerado em empregos? São muitas perguntas e as contas são difíceis de fazer. Agora, a emoção que senti hoje, o orgulho da belíssima apresentação do COB, cenas únicas como a emoção de Pelé e Guga, o choro do Lula, a festa em Copacabana, isso tudo me fez ter certeza que merecemos essa chance! Rumo a 2016!!
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Aquim, Hermés, trés chique
Estava euzinha nesta segunda feriado em casa e chega uma mensagem de Alex: "Estou de férias no Rio, vamos jantar amanha?". Conheci o Alex no jantar de final de ano que Ernesto ofereceu ano passado, ele foi com Melina. Fomos degustar no D.O.M. Esse jantar foi de muita emoção. Foi a primeira vez que Ernesto nos falou oficialmente que ia embora em 2009. Ele chorou e, óbvio, eu também. Depois desse jantar, Alex veio uma vez ao Rio mas não conseguimos nos ver. Dessa vez deu certo. Eu confesso que quando vi o email e a quantidade de mulher copiada, fiquei assustada! "Vai ser a maior roubada!", mas acho que a Melina ia gostar que eu fosse então lá fui eu, afinal, amigo de amigo meu, meu amigo é.
Alex vive la vida loca! Ele trabalha prá Hermés Paris em Nova York e veio ao Brasil exclusivamente para a inauguração da primeira loja Hermés do país no shopping Cidade Jardim em São Paulo. Gente isso que é glamour né?? Bem diferente de pegar um avião pro outro lado do país pra discutir regra de comissionamento com agente credenciado, mas como já disse aqui antes, cada um tem o glamour que merece, e eu não to podendo reclamar, estamos combinados? Como a loja só inaugura no próximo domingo em São Paulo, Alex passou uns dias aqui na cidade maravilhosa. Voltando ao jantar...marcamos no Aquim, ali no final do Leblon. Logo quando cheguei, já tive uma boa surpresa: a mesa era apenas para seis pessoas o que indicava que aquele mulherio todo estava bem reduzido, em proporções passíveis de conversa. Eu fui a primeira a chegar com Alex. De repente chegaram umas 5 pessoas ao mesmo tempo: 2 casais e uma sozinha. Os casais não se conheciam, a mulher sozinha não conhecia ninguém, assim como eu, e todos só conheciam o Alex. Então ele ficou meio dividido na atenção, algo muito natural. Essa moça que estava sozinha sentou na minha frente. Fernanda e Bruno (agora já são praticamente íntimos) sentaram ao meu lado e eu fui cumprimentá-los...NIQUI eu olhei pra frente, a moça já não estava mais. O Alex falou que ela resolveu ir embora. Pessoa esquisita. Tava toda arrumada mas eu logo percebi que ela queria atenção full do anfitrião, e não tava a fim de fazer novos amigos. Aqui um parêntesis: Sandrix Khadija sempre diz que não gostava muito de mim antes da nossa aventura marroquina (sim antes, por que agora ela me ama!) por que segundo ela eu "escaneava" todo mundo de cima abaixo. E ontem eu achei que isso é verdade mesmo. Mas e daí? Se passando scanner já aparece cada figura, imagina se não passasse!! Fecha parêntesis. Voltando novamente ao jantar... ai que delícia conhecer gente nova! Ouvir novos assuntos, outras perspectivas. O outro casal, Fernanda e Joel, super simpáticos e olha só que mistura: ele, nascido em Londres, criado em Barbados, pai londrino, mãe francesa da Martinica. Ela, brasileira. Conheceram-se num cruzeiro nas ilhas gregas, ao melhor estilo love is in the air. Uns fofos, trés exotique! A outra moça chegou mais tarde, ela falou o nome mas eu não lembro, aliás lembro que ela falou e eu ainda tentei fazer leitura labial, mas não deu certo, já tinha tomado toda a minha caipiroska. Falamos sobre muitas coisas e obviamente o tema Engenho veio à tona. Percebi que eu já to curada. Quebrada, mas curada, em relação ao tema. Falei muito, nossos planos, nossas aulas de arte, teatro, yoga pra criança, todos encantados. Eles não tem filhos então não conheceram. Veio o assunto Hermés. Vocês sabiam que uma bolsa hermés pode custar 4 vezes mais que a Lulu mais cara??? (Lulu é como chamamos as Louis Vuitton). Eu não sabia e pelo jeito não vou saber tão cedo. As bolsas Hermés são feitas na França, são hand made, couros de crocodilo, lagartixa, não são como as Lulus que são feitas na China, Indonésia. Aprendi isso tudo ontem. Existem filas de espera para as bolsas. Tem um modelo chamado Birkin que é uma coisa, as pessoas esperam até 2 anos prá ter a bolsa, no matter what! Voltando pela última vez ao jantar...como resistir aquela ligação dos meninos pedindo pra quando eu chegar acordá-los prá dar um beijo de boa noite...alguém achou melhor pedir a conta e foi na medida certa. Muitas risadas, boa conversa, excelente comida.
Cheguei em casa, dei aquele beijo nos meus gostosos e reparei que a Elle e Vogue desse mês já estavam lá. Adivinha qual era uma das matérias da Elle? Hermés chega finalmente ao Brasil! E contando todas essas histórias que contei acima, da fila de espera, do glamour, do preço, dos modelos e da expectativa pra inauguração em SP next sunday. Ai gente eu to ou não to "in"?
Alex vive la vida loca! Ele trabalha prá Hermés Paris em Nova York e veio ao Brasil exclusivamente para a inauguração da primeira loja Hermés do país no shopping Cidade Jardim em São Paulo. Gente isso que é glamour né?? Bem diferente de pegar um avião pro outro lado do país pra discutir regra de comissionamento com agente credenciado, mas como já disse aqui antes, cada um tem o glamour que merece, e eu não to podendo reclamar, estamos combinados? Como a loja só inaugura no próximo domingo em São Paulo, Alex passou uns dias aqui na cidade maravilhosa. Voltando ao jantar...marcamos no Aquim, ali no final do Leblon. Logo quando cheguei, já tive uma boa surpresa: a mesa era apenas para seis pessoas o que indicava que aquele mulherio todo estava bem reduzido, em proporções passíveis de conversa. Eu fui a primeira a chegar com Alex. De repente chegaram umas 5 pessoas ao mesmo tempo: 2 casais e uma sozinha. Os casais não se conheciam, a mulher sozinha não conhecia ninguém, assim como eu, e todos só conheciam o Alex. Então ele ficou meio dividido na atenção, algo muito natural. Essa moça que estava sozinha sentou na minha frente. Fernanda e Bruno (agora já são praticamente íntimos) sentaram ao meu lado e eu fui cumprimentá-los...NIQUI eu olhei pra frente, a moça já não estava mais. O Alex falou que ela resolveu ir embora. Pessoa esquisita. Tava toda arrumada mas eu logo percebi que ela queria atenção full do anfitrião, e não tava a fim de fazer novos amigos. Aqui um parêntesis: Sandrix Khadija sempre diz que não gostava muito de mim antes da nossa aventura marroquina (sim antes, por que agora ela me ama!) por que segundo ela eu "escaneava" todo mundo de cima abaixo. E ontem eu achei que isso é verdade mesmo. Mas e daí? Se passando scanner já aparece cada figura, imagina se não passasse!! Fecha parêntesis. Voltando novamente ao jantar... ai que delícia conhecer gente nova! Ouvir novos assuntos, outras perspectivas. O outro casal, Fernanda e Joel, super simpáticos e olha só que mistura: ele, nascido em Londres, criado em Barbados, pai londrino, mãe francesa da Martinica. Ela, brasileira. Conheceram-se num cruzeiro nas ilhas gregas, ao melhor estilo love is in the air. Uns fofos, trés exotique! A outra moça chegou mais tarde, ela falou o nome mas eu não lembro, aliás lembro que ela falou e eu ainda tentei fazer leitura labial, mas não deu certo, já tinha tomado toda a minha caipiroska. Falamos sobre muitas coisas e obviamente o tema Engenho veio à tona. Percebi que eu já to curada. Quebrada, mas curada, em relação ao tema. Falei muito, nossos planos, nossas aulas de arte, teatro, yoga pra criança, todos encantados. Eles não tem filhos então não conheceram. Veio o assunto Hermés. Vocês sabiam que uma bolsa hermés pode custar 4 vezes mais que a Lulu mais cara??? (Lulu é como chamamos as Louis Vuitton). Eu não sabia e pelo jeito não vou saber tão cedo. As bolsas Hermés são feitas na França, são hand made, couros de crocodilo, lagartixa, não são como as Lulus que são feitas na China, Indonésia. Aprendi isso tudo ontem. Existem filas de espera para as bolsas. Tem um modelo chamado Birkin que é uma coisa, as pessoas esperam até 2 anos prá ter a bolsa, no matter what! Voltando pela última vez ao jantar...como resistir aquela ligação dos meninos pedindo pra quando eu chegar acordá-los prá dar um beijo de boa noite...alguém achou melhor pedir a conta e foi na medida certa. Muitas risadas, boa conversa, excelente comida.
Cheguei em casa, dei aquele beijo nos meus gostosos e reparei que a Elle e Vogue desse mês já estavam lá. Adivinha qual era uma das matérias da Elle? Hermés chega finalmente ao Brasil! E contando todas essas histórias que contei acima, da fila de espera, do glamour, do preço, dos modelos e da expectativa pra inauguração em SP next sunday. Ai gente eu to ou não to "in"?
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Ao vivo no Nordeste
Foram 2 dias intensos e agradáveis ao mesmo tempo, se é que isso é possível. Saímos do Rio na terça à noite rumo a Fortaleza, chegamos de madrugada. Dia seguinte a noite, novo rumo: Recife e finalmente de volta à cidade maravilhosa. Depois que minha amada chefe fez Londres-Amsterdam-Nova York- Califórnia em 4 dias, vamos combinar que tava até fácil. A sutil diferença é que ela teve 2 ou 3 reuniões de apresentação, e euzinha tive dois auditórios repletos de gerentes de conta e agentes credenciados cheios de dúvidas, indignações etc. Ok. Cada um tem o glamour que merece, não é mesmo?
Na terça à noite, como iria viajar, resolvi sair umas cinco e meia e buscar filho rei no futebol. Tô começando a notar que essa coisa de viver na corrida maluca me deixa bastante entusiasmada! O voo era as 9 da noite, então poderia chegar até 8 e meia. Assisti o futebol, fiz a média com o filhote, fui pra casa com ele, jantamos, tomei banho e peguei o táxi pro Galeão. No meio do caminho me ligou pela primeira vez a Cendiê, gerente de Fortaleza, se oferecendo pra nos pegar no hotel no dia seguinte. Fiquei de ligar prá ela depois pra dizer qual hotel estaríamos. A ligação dela foi a grande sorte que tivemos, foi o que evitou de chegarmos os 4 (eu, henry, marquinhos e monica) de madrugada em Fortaleza sem saber em que hotel ficaríamos, isso por que NINGUÉM se lembrou de imprimir o voucher do hotel. Aí tivemos que acessar a véia (De) e finalmente pude passar o hotel para Cendiê. Fiquei super curiosa pra saber da onde vem esse nome dela: será que é francês? Ou será que era a junção dos nomes dos pais? Cenira e Diego? Jansen e Dieclécio? Marquinhos implorou pra eu não perguntar isso pra ela na frente dele, e realmente não perguntei. Até por que depois de umas duas horas de reunião com ela, passamos a chamá-lá de "Sem Dinheiro"... As reuniões tiveram um clima pesado mas a nossa equipe tá bem especializada nesse jeito Patrícia de "vamos resolver", e a coisa foi bem. O ápice nesse sentido não foi Fortaleza, mas Recife. Saímos deste último de um auditório repleto, após horas e horas de apresentação, discussão, etc, debaixo de uma salva de palmas, puxadas por um senhor muito simpático. Mas entre Fortaleza e Recife, fomos pegar o avião. Estávamos cansados da puxada. Chegamos no check-in sem bagagem e a (pobre) da moça olhou pras nossas malas e falou assim:
- Eu acho que essa mala aí não vai poder ir, tem que desp...
Eu não deixei nem a coitada completar a frase...
- Todas as malas vieram com a gente no avião que veio do Rio, e todas vão ter que ir agora, a gente tá sem tempo, tem que dar, o que mudou? Por que? Como? Isso não é justo!
A mulher ficou em choque com a minha, digamos, indignação precoce e disse:
- Calma, calma, calma, eu só disse que tenho que ver, vamos ficar calmas...
Eu percebi que passei um pouco do tom. Olhei prá trás e estavam Henry, Marquinhos e Monica me olhando boquiabertos. Não me restou outro comentário..
- Ai gente, acho que eu tô meio estressada...esse bando de reunião, avião prá lá e prá cá, e o pior de tudo, é ter que pegar avião com henry.
Sem brincadeira, eu não pego mais avião com Henry. Ele é muito uruquento. O voo do Rio prá Fortaleza balançou o tempo todo. Eu cheguei a ficar enjoada. Fora o frio dentro do avião. O voo de Fortaleza pra Recife foi bem até a aterrisagem: ainda bem que a pista de Recife é do tamanho da cidade, por que se fosse Congonhas a gente tinha parado na Marginal! Ele com esse cagaço que tem de voar, fica de olho em todas as manobras do piloto. Qualquer balançadinha, ele põe a cadeira na posição normal. Marquinhos ficou tirando onda com a cara dele: "Se o avião cair, não vai adiantar a sua cadeira estar na posição normal homem de Deus!"
Como eu disse no início, foi agradável e intenso ao mesmo tempo.
Na terça à noite, como iria viajar, resolvi sair umas cinco e meia e buscar filho rei no futebol. Tô começando a notar que essa coisa de viver na corrida maluca me deixa bastante entusiasmada! O voo era as 9 da noite, então poderia chegar até 8 e meia. Assisti o futebol, fiz a média com o filhote, fui pra casa com ele, jantamos, tomei banho e peguei o táxi pro Galeão. No meio do caminho me ligou pela primeira vez a Cendiê, gerente de Fortaleza, se oferecendo pra nos pegar no hotel no dia seguinte. Fiquei de ligar prá ela depois pra dizer qual hotel estaríamos. A ligação dela foi a grande sorte que tivemos, foi o que evitou de chegarmos os 4 (eu, henry, marquinhos e monica) de madrugada em Fortaleza sem saber em que hotel ficaríamos, isso por que NINGUÉM se lembrou de imprimir o voucher do hotel. Aí tivemos que acessar a véia (De) e finalmente pude passar o hotel para Cendiê. Fiquei super curiosa pra saber da onde vem esse nome dela: será que é francês? Ou será que era a junção dos nomes dos pais? Cenira e Diego? Jansen e Dieclécio? Marquinhos implorou pra eu não perguntar isso pra ela na frente dele, e realmente não perguntei. Até por que depois de umas duas horas de reunião com ela, passamos a chamá-lá de "Sem Dinheiro"... As reuniões tiveram um clima pesado mas a nossa equipe tá bem especializada nesse jeito Patrícia de "vamos resolver", e a coisa foi bem. O ápice nesse sentido não foi Fortaleza, mas Recife. Saímos deste último de um auditório repleto, após horas e horas de apresentação, discussão, etc, debaixo de uma salva de palmas, puxadas por um senhor muito simpático. Mas entre Fortaleza e Recife, fomos pegar o avião. Estávamos cansados da puxada. Chegamos no check-in sem bagagem e a (pobre) da moça olhou pras nossas malas e falou assim:
- Eu acho que essa mala aí não vai poder ir, tem que desp...
Eu não deixei nem a coitada completar a frase...
- Todas as malas vieram com a gente no avião que veio do Rio, e todas vão ter que ir agora, a gente tá sem tempo, tem que dar, o que mudou? Por que? Como? Isso não é justo!
A mulher ficou em choque com a minha, digamos, indignação precoce e disse:
- Calma, calma, calma, eu só disse que tenho que ver, vamos ficar calmas...
Eu percebi que passei um pouco do tom. Olhei prá trás e estavam Henry, Marquinhos e Monica me olhando boquiabertos. Não me restou outro comentário..
- Ai gente, acho que eu tô meio estressada...esse bando de reunião, avião prá lá e prá cá, e o pior de tudo, é ter que pegar avião com henry.
Sem brincadeira, eu não pego mais avião com Henry. Ele é muito uruquento. O voo do Rio prá Fortaleza balançou o tempo todo. Eu cheguei a ficar enjoada. Fora o frio dentro do avião. O voo de Fortaleza pra Recife foi bem até a aterrisagem: ainda bem que a pista de Recife é do tamanho da cidade, por que se fosse Congonhas a gente tinha parado na Marginal! Ele com esse cagaço que tem de voar, fica de olho em todas as manobras do piloto. Qualquer balançadinha, ele põe a cadeira na posição normal. Marquinhos ficou tirando onda com a cara dele: "Se o avião cair, não vai adiantar a sua cadeira estar na posição normal homem de Deus!"
Como eu disse no início, foi agradável e intenso ao mesmo tempo.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
1 Encontro das Garotas de Ipanema
Depois de muitos e muitos contra tempos, agendas lotadas, viagens, cirurgia de vesícula, gripe suína e etc., finalmente conseguimos reunir as "garotas"(tá, tá, tá, você aí que é um leitor muito engraçadinho...estamos naquela faixa etária 35-39) de Ipanema na pizzaria do Alessandro e Frederico. A idéia é que todo mês façamos pelo menos uma vez esse encontro, sem maridos, namorados, filhos e afins, só a gente e essa nossa capacidade de falar m... por segundo, completamente potencializada pela ingestão de álcool, em níveis não aceitáveis pelas blitz da lei seca! Mas ok, os táxis estão aí prá isso mesmo, não é? Só temos que lembrar da próxima vez e não ir de carro. Como esse foi o primeiro encontro, ainda estamos aprendendo.
A noite foi uma delícia, histórias velhas, histórias novas, histórias e mais histórias. Nós nos divertimos muito. Nós e também todos os garçons do restaurante que ficavam sorrateiramente próximos a nossa mesa e se acabavam de rir a cada besteirol lançado ao ar. Foram uma, duas, três garrafas de vinho tinto zeradas, o pouco que sobrou teve destino certo no casaco branco da Sandrix, consequencia do nosso super hiper mega abraço de bêbados ao final! Há que se ressaltar a pizza M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A que comemos, a qual obviamente não me lembro o nome, mas sem igual. Adoraria contar aqui detalhes da noite mas infelizmente estes são proibidos para além do nosso clã, com prejuízo de multas e sanções. Falamos sobre muitos assuntos, mas sou muito sincera em afirmar que o tema SEXO liderou o ranking, principalmente do meio pro final, quando já não tínhamos muitos neurônios em pé. 2 maridos ligaram e os 2 desligaram na nossa cara. 1 filho ligou pra dizer que o pai estava dormindo no sofá. Tudo foi maravilhoso! Mas infelizmente não podemos fazer novamente o encontro lá por 2 motivos: digamos que nossas histórias já são conhecidas por todos que lá trabalham, e talvez o principal, a escada prá ir ao banheiro é simplesmente absurda, parece o monte mulange.
Infelizmente a falta de profissionalismo imperou e ninguém se lembrou de tirar uma foto, ainda que com o celular (logo eu falando isso...), portanto não tenho como apresentar os registros oficiais, mas pensando bem, é até melhor! Quem sabe no próximo, né? Já tem data e lugar marcados. Just wait!
A noite foi uma delícia, histórias velhas, histórias novas, histórias e mais histórias. Nós nos divertimos muito. Nós e também todos os garçons do restaurante que ficavam sorrateiramente próximos a nossa mesa e se acabavam de rir a cada besteirol lançado ao ar. Foram uma, duas, três garrafas de vinho tinto zeradas, o pouco que sobrou teve destino certo no casaco branco da Sandrix, consequencia do nosso super hiper mega abraço de bêbados ao final! Há que se ressaltar a pizza M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A que comemos, a qual obviamente não me lembro o nome, mas sem igual. Adoraria contar aqui detalhes da noite mas infelizmente estes são proibidos para além do nosso clã, com prejuízo de multas e sanções. Falamos sobre muitos assuntos, mas sou muito sincera em afirmar que o tema SEXO liderou o ranking, principalmente do meio pro final, quando já não tínhamos muitos neurônios em pé. 2 maridos ligaram e os 2 desligaram na nossa cara. 1 filho ligou pra dizer que o pai estava dormindo no sofá. Tudo foi maravilhoso! Mas infelizmente não podemos fazer novamente o encontro lá por 2 motivos: digamos que nossas histórias já são conhecidas por todos que lá trabalham, e talvez o principal, a escada prá ir ao banheiro é simplesmente absurda, parece o monte mulange.
Infelizmente a falta de profissionalismo imperou e ninguém se lembrou de tirar uma foto, ainda que com o celular (logo eu falando isso...), portanto não tenho como apresentar os registros oficiais, mas pensando bem, é até melhor! Quem sabe no próximo, né? Já tem data e lugar marcados. Just wait!
A verdade, verdade, verdade
Vocês já tiveram aquela sensação de que apenas você sabe como aquela pessoa é? As qualidades e os defeitos. Não é esquisito quando outra pessoa te diz exatamente aquilo que você sabe, mas que nunca compartilhou com ninguém. Como se essa pessoa estivesse lendo o que passa na sua cabeça, e dizendo pro mundo algo que você julgava que só você sabia. Isso é tão estanho. É um choque de realidade. A gente leva um tempo pra digerir, mas digere. Na verdade, verdade, verdade mesmo, nada é novidade, somente o movimento do som é inverso: não sai mais de você prá fora, mas de fora pra você. Papo cabeça.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Mais um filho
Epa, epa, epa...eu não fiquei grávida, não tive outro filho, mas ganhei um grande presente: ser madrinha de uma bolinha gorda muito fofa e gostosa chamado H. Gael. A madrinha mesmo é a irmã da Nata, eu sou madrinha de consagração. No caso dos meus filhos, quem realmente dá atenção a eles são as madrinhas de consagração, as madrinhas oficiais sumiram no mundo! No dia do batizado ele foi um príncipe, prestou muita atenção ao padre e nem se importou com a água na cabeça dele. Agora, verdade seja dita, ele só chorou quando passou do colo da Virgínia pro meu. Ele gritava, gritava. O padre olhava pra mim e falava o que eu tinha que repetir no microfone, eu não entendia nada por que H. gritava e chorava. Mas no fim tudo acabou bem. Depois fui pra casa com eles, fui ajudar a trocar a fralda e levei literalmente uma mijada! Todos batizados!
Samba Social Clube
Na terça feira fomos eu e Marelisa ao VIVO Rio pra assistir a gravação do CD do Samba Social clube, em homenagem à rainha do samba, Beth Carvalho. Foram vários convidados: Caetano Veloso, Casuarina, Moinho, Arlindo Cruz, Diogo "lindo" Nogueira, Moysés Marques (que veio do meu lado no voo horas antes) e outros tantos. O lance de um show assim nesse estilo gravação, é que TODOS cantam a mesma música duas vezes. Como Diogo Nogueira, banda moinho e a propria Beth Carvalho, cantar duas vezes foi um balsamo! As músicas eram ótimas! Agora tinha uma galera que não dava nem pra ter cantado uma única vez...foram 4 horas de show, saímos de lá quase uma e meia da manha e, como sempre, eu e Mary pagando mico de não ter dinheiro pra pagar o valet!! Santo dr. Arilo que estava em nossa mesa e se comoveu com a nossa história e evitou que ficássemos para lavar os pratos. Ainda nos deu um troco pro ladrão.
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